Desde dezembro de 2025, os investidores da locadora de veículos já sabiam que seria distribuído o montante de R$ 255 milhões em proventos, sendo R$ 75,6 milhões referentes a 25% do lucro líquido apurado ainda em 2025.
Vale lembrar que só têm direito ao JCP mencionado os acionistas que atenderam à
data-com convocada em 19 de dezembro de 2025. Ou seja, desde o dia 22 de dezembro de 2025, as ações da Movida são negociadas na bolsa de valores brasileira sem acesso (
data-ex) a tais proventos.
Ao mesmo tempo, o conselho administrativo da empresa atualizou o mercado nesta quinta-feira (30) sobre o andamento do aumento de capital social, que já tem R$ 179,45 milhões separados para a finalidade, ao preço de emissão de R$ 6,65 por ação (desconto de 25% em relação à cotação média dos 30 últimos pregões da B3).
Por sua vez, a acionista controladora da Movida Participação, a holding brasileira
Simpar (SIMH3), assumiu o compromisso firme de subscrição de até R$ 106 milhões, o que assegura a consumação do aumento de capital.
Os atuais acionistas da
MOVI3 também terão direito à subscrição, podendo comprar ações da companhia com desconto, tendo preferência até o fechamento do pregão na B3 em 4 de agosto de 2026 (terça-feira). A proporção é de 0,0571752539 nova ação para cada
MOVI3 inteira já detida pelos investidores.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Movida Participações (MOVI3) há cinco anos, hoje você teria R$ 448,00, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.454,50 nas mesmas condições.