A 'queridinha' dos investidores ataca novamente e pagará R$ 1,5 bi em JCP
O provento por ação equivale a R$ 0,138 em termos brutos, recuando para R$ 0,11385 na forma líquida após o desconto do IR.
💲 O mercado financeiro brasileiro vive um momento de alta nos pagamentos de dividendos, com um aumento de 39% entre janeiro e julho de 2024 comparado ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 172 bilhões.
A perspectiva é de que 2024 possa estabelecer um novo recorde na distribuição de proventos, impulsionado pelos resultados do segundo trimestre.
O destaque do mês foi a Itaúsa (ITSA4), que distribuiu R$ 243 milhões, com um dividend yield de 9,98%.
Confira os destaques do mês de Julho por dividend yield:
Até julho de 2024, a Petrobras (PETR4) lidera o ranking de maiores pagadoras de dividendos por volume, com R$ 55,6 bilhões.
Em seguida, Itaú Unibanco (ITUB4) e Vale (VALE3) distribuíram R$ 22,3 bilhões e R$ 12,43 bilhões, respectivamente.
📊 Veja também a lista das maiores pagadoras de dividendos no ano de 2024:
📈 Apesar do otimismo, há riscos que podem impactar negativamente a distribuição de proventos no segundo semestre.
Em 2024, 194 empresas pagaram dividendos até julho, uma queda de 32% em comparação ao ano anterior, quando 286 companhias realizaram pagamentos.
Grandes empresas como a JBS (JBSS3) não distribuíram dividendos este ano, contribuindo para a redução.
Além disso, o cenário macroeconômico incerto tem levado muitas companhias a reter caixa, aguardando maior previsibilidade econômica antes de realizar novos pagamentos.
Com a expectativa de novos anúncios de dividendos, especialmente de empresas como Petrobras, o segundo semestre promete movimentar ainda mais o mercado, enquanto investidores monitoram de perto as estratégias das grandes companhias.
O provento por ação equivale a R$ 0,138 em termos brutos, recuando para R$ 0,11385 na forma líquida após o desconto do IR.
A companhia informou que a operação não deve comprometer o pagamento de dividendos obrigatórios.