iPhone 18: Como investir para comprar o seu sem pesar no bolso?

O iPhone 18 Pro Max tem preço cheio de R$ 12.999 e pode ser parcelado em 12 vezes de R$ 1.083,25.

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Publicado em 16/09/2026 às 16:40h Publicado em 16/09/2026 às 16:40h por Elanny Vlaxio
A diferença entre as duas estratégias chega a R$ 2.520,44 (Imagem: Divulgação)
A diferença entre as duas estratégias chega a R$ 2.520,44 (Imagem: Divulgação)
Os novos iPhone 18 Pro, Pro Max e o dobrável iPhone Duo chegam ao mercado brasileiro com preços entre R$ 11.999 e R$ 21.999. Diante dos valores, a compra exige planejamento para não pesar no orçamento.
Para ajudar nessa conta, Thaísa Durso, especialista em finanças pessoais da Rico, preparou uma análise sobre quanto da renda pode ser comprometido e como se organizar para comprar o aparelho sem prejudicar a saúde financeira.

Parcela não é o único ponto a considerar

Antes de decidir pela troca do celular, a orientação é colocar a compra na mesma balança de outras obrigações financeiras, como as contas fixas e a reserva de emergência. Afinal, o fato de uma parcela caber no limite do cartão não significa necessariamente que ela seja adequada ao orçamento.
Como referência, a especialista considera que parcelas destinadas a bens de consumo, como celulares e eletrodomésticos, idealmente não deveriam consumir mais de 10% da renda mensal líquida.
Um exemplo ajuda a dimensionar esse impacto. O iPhone 18 Pro Max tem preço cheio de R$ 12.999 e pode ser parcelado em 12 vezes de R$ 1.083,25. Dependendo da renda, a mesma parcela pode representar uma fatia bastante diferente:
Renda mensal líquida  
  • R$ 3.000;    
  • R$ 5.000;   
  • R$ 8.000;  
  • R$ 12.000.    
Parcela de R$ 1.083,25 representa
  • 36,1%;
  • 21,7%;
  • 13,5%;
  • 9,0%.

Planejamento pode reduzir o preço da compra

Além de evitar um compromisso mensal elevado, esperar e guardar dinheiro pode resultar em uma economia significativa. Na loja da Apple, o pagamento à vista garante 10% de desconto, fazendo o preço do iPhone 18 Pro Max cair de R$ 12.999 para R$ 11.699,10.
A análise da Rico considera um período de 24 meses, ou dois anos, para juntar o dinheiro. Com aplicações rendendo aproximadamente 1,1% ao mês, taxa compatível com a Selic de 14% ao ano, seria necessário investir R$ 436,61 por mês para chegar ao valor necessário para a compra à vista, diz comunicado ao mercado. 
Nesse cenário, os números ficam assim:
  • Aportes (24 vezes): R$ 436,61;
  • Valor acumulado: R$ 10.478,56;     
  • Rendimento descontado o IR: R$ 1.220,54;    
  • Saldo total: R$ 11.699,10.
Na conta final, o consumidor teria colocado R$ 10.478,56 do próprio bolso e chegaria aos R$ 11.699,10 necessários para aproveitar o desconto à vista. Já quem optar pelo parcelamento em 12 vezes desembolsará os R$ 12.999 integrais.
A diferença entre as duas estratégias chega a R$ 2.520,44, uma economia de quase 20%, sem considerar a possibilidade de o aparelho ficar mais barato com o passar do tempo ou de novas versões chegarem ao mercado.