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Depois de cair forte na véspera, o Ibovespa (IBOV) opera em alta na manhã desta quinta-feira (28). Segundo dados da B3, o principal indicador da bolsa de valores avança 0,2% e já volta ao patamar de 176 mil pontos.
O movimento é puxado especialmente pelas ações da RD Saúde (RADL3), que sobem mais de 4% no dia, chegando à casa de R$ 19,25. A empresa ainda repercute a compra de parte do programa de fidelidade Stix por R$ 23 milhões no começo da semana.
Outra ação que opera no campo positivo é a Minerva (BEEF3), que vem passando por correção depois de cair forte na semana passada. Hoje, o ativo cresce 3,3% e volta ao patamar de R$ 4, ainda de acordo com a bolsa.
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Já no campo negativo, a maior pressão vem da Raízen (RAIZ4), que cai mais de 19% no pregão de hoje. A empresa detalhou seus planos de reestruturação e vê seu ticker ser negociado em R$ 0,34.
As posições seguintes são ocupadas por Braskem (BRKM5) e Assaí (ASAI3), que caem cerca de 2,5% cada uma. A primeira negocia seus papéis em R$ 11, enquanto a segunda fica em R$ 9.
Entre as blue chips da bolsa, o pior desempenho vem da Petrobras (PETR4), que cai 1% e volta a operar abaixo de R$ 42,50. A empresa vai neste sentido mesmo com o preço do petróleo em avanço no mercado internacional, chegando a US$ 94 por barril do tipo Brent.
No mercado de câmbio, o dólar opera com queda frente ao real brasileiro, de acordo com informações do Banco Central. A divisa norte-americana é cotada em R$ 5,04, com diferença de 0,35% em relação ao fechamento da véspera.
O mesmo acontece com o euro, que cai 0,16% e vai a R$ 5,87, e com o peso argentino, que cai 0,2% no dia. No caso do Bitcoin (BTC), a diferença é ainda maior: queda de 2% e a criptomoeda cotada em R$ 368 mil.
O mercado também reage às decisões de Brasília, que afetam diretamente a economia brasileira. Na noite de ontem, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que põe fim à escala 6x1 no país.
Segundo a proposta -votada em dois turnos pelos parlamentares- o regime oficial em todo o Brasil será no modelo 5x2, com cinco dias de trabalho seguidos por dois de folga. A proposta contou com 472 votos a favor e apenas 22 contrários, representando uma vitória para o governo Lula.
Agora, o texto segue para análise do Senado Federal, por onde deve passar por avaliação de uma comissão especial. Depois disso, segue para votação no Plenário da Casa, onde pode obter também maioria dos votos.
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