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Ibovespa (IBOV) encerrou esta quarta-feira (24) com queda de 0,44%, aos 170.506,66 pontos, interrompendo sequência de três altas consecutivas, mas distante da mínima do dia, de 169.668,34 pontos.
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dólar comercial subiu 0,29%, a R$ 5,202, no maior patamar de fechamento desde 30 de março. Os DIs (juros futuros) recuaram por toda a curva.
O
petróleo registrou nova queda ampla, atingindo o menor nível desde o início do conflito no Oriente Médio, à medida que os ânimos se acalmaram na região.
O Estreito de Ormuz tem fluxo quase normalizado e passou a inundar rapidamente o mercado com petróleo. Ainda há, porém, rumores sobre uma possível cobrança de pedágio pelo Irã na passagem pela via navegável.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que, caso isso ocorra, as negociações seriam encerradas.
O Congresso americano votou para barrar uma guerra contra o Irã, em meio a pesquisas que mostram crescente impopularidade do conflito entre a população dos EUA.
Wall Street fecha mista
Os principais índices em Nova York terminaram mistos, com apenas o Dow Jones em alta, enquanto o Nasdaq seguiu pressionado pelas questões envolvendo empresas de tecnologia ligadas à
inteligência artificial.
Após dois pregões que retiraram mais de US$ 1 trilhão em valor de mercado do Nasdaq 100, bancos e gestoras divergem sobre tratar o recuo como oportunidade de compra ou sinal de excesso no setor. As apostas na queda das ações da
SpaceX (SPCX) também aumentaram.
Na Europa, as bolsas terminaram em baixa, pressionadas principalmente pelo setor de defesa. O
ouro fechou em queda, pressionado pelo dólar mais forte.
Bancos pesam com corte de preço-alvo; C&A dispara 8,87%
No Brasil, os grandes bancos foram os principais responsáveis pela queda do Ibovespa, após analistas cortarem o preço-alvo das ações do setor em meio ao cenário macroeconômico e ao maior custo de capital.
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Embraer (EMBJ3) subiu 1,76%, em reação após correção recente. A
C&A (CEAB3) foi o destaque do dia, com alta de 8,87%, após um banco classificar a ação como "irracionalmente barata". A
Hypera (HYPE3) ganhou 3,30%, ao entrar no mercado de canetas emagrecedoras.
A
Petrobras (PETR4) perdeu 2,70%, pressionada pelos preços mais baixos do petróleo internacional, embora haja otimismo com o resultado da petroleira no segundo trimestre. A
Vale (VALE3) caiu 2,15%, mesmo com o preço do minério de ferro em recuperação.
Agenda de quinta-feira (25)
📊 A quinta-feira (25) terá agenda de indicadores recheada, com destaque para o Relatório de Política Monetária e o IPCA-15 de junho no Brasil, com projeção de alta de 0,44%, além da inflação PCE (consumo pessoal) nos EUA, métrica preferida do Federal Reserve, e do PIB final do primeiro trimestre de 2026 americano.