Por isso, a partir da abertura dos mercados no dia 9 de outubro de 2026, surge o
FII VTOT11, em substituição ao código de negociação anterior de
FII NAVT11.
Afinal de contas, o
FII de papel incorpora a chegada de sua nova gestão, executada pela da Vinci Compass, que administra R$ 350 bilhões em ativos e patrimônio de clientes. O nome da gestora não é estranho no mercado imobiliário, uma vez que já é responsável pelo comando de outros
FIIs listados na B3.
"Somos gestores de referência em Shopping Centers, com um portfólio relevante de ativos espalhados por todas as regiões do Brasil através do
FII VISC11. Em Logística, com condomínios e galpões Classe AAA, através do
FII VILG11. Em Lajes Corporativas, com ativos premium nos principais mercados do país, através do
FII VINO11", destaca a Vinci Compass no comunicado ao mercado.
Com valor patrimonial atual de R$ 51,2 milhões, o ainda
FII NAVT11 mantém 60% da sua carteira alocada em
CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), ou seja, a maior parte de seus dividendos mensais é proveniente dos juros compostos auferidos por tais dívidas imobiliárias. A maior posição individual da carteira de crédito está no
CRI emitido pela Toledo, pagando
CDI+ 2,40% ao ano.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil no
FII NAVT11 há cinco anos, hoje você teria R$ 1.698,00, já considerando o reinvestimento dos
dividendos mensais. A simulação também aponta que o
IFIX teria retornado R$ 1.383,90 nas mesmas condições.