O fundo imobiliário
Inter Teva Índice de Tijolo FII (ITIT11) não está mais prestes a sair da
B3 (B3SA3), a bolsa de valores brasileira, já que a maioria dos cotistas rejeitou a proposta defendida pela gestão durante votação em assembleia geral extraordinária (AGO).
No último dia 27 de julho de 2026, o
FII ITI11 contabilizou a vontade da maioria dos cotistas em não aceitar a proposta de dissolução e liquidação, que faz parte de um plano maior, uma reorganização societária que culminaria na consolidação do Inter Hedge FII (INHF11).
Ou seja, a estratégia era que os cotistas do
FII ITIT11 aceitassem a venda de 100% do seu patrimônio por um outro tipo de fundo imobiliário que não adota uma estratégia passiva no mercado imobiliário, mas sim uma estratégia agressiva a critérios dos gestores para buscar ganhos no mercado imobiliário.
Alguns usuários do
Investidor10 até comentaram aqui na plataforma que não fazia sentido trocar o
FII ITIT11, um fundo passivo e barato, em detrimento do FII INHF11, um hedge fund imobiliário híbrido e mais caro.
Portanto, segue inalterado o objetivo do
Inter Teva Índice de Tijolo FII: aplicar no mínimo 60% do dinheiro em cotas de outros fundos imobiliários, preferencialmente, mas não de forma exclusiva, pertencentes à carteira teórica do índice de referência Índice Teva de Fundos Imobiliários de Tijolo.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil no
FII ITIT11 há dois anos, hoje você teria R$ 997,20, já considerando o reinvestimento dos
dividendos mensais. A simulação também aponta que o
Ifix teria retornado R$ 1.119,00 nas mesmas condições.