No caso, o negócio deverá gerar lucro estimado de aproximadamente R$ 1,56 por cota, com ganho de capital de cerca de +36%. Já a TIR (Taxa Interna de Retorno) está projetada em 17% ao ano, ou seja, bem superior à
taxa Selic vigente em 14,50% ao ano.
Está em jogo uma área bruta locável (ABL) consolidada de 102,6 mil metros quadrados. Só o galpão logístico do
FII BTLG11, situado na região do Porto de Suape, em Pernambuco, conta com ABL de 36 mil metros quadrados e tem por inquilino a BrasMundi, empresa referência em comércio exterior.
Por sua vez, a conclusão das vendas das três propriedades logísticas está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais, incluindo diligência satisfatória, negociação e assinatura dos documentos definitivos e aprovações internas e regulatórias aplicáveis.
Recentemente, o
FII BTLG11 passou por uma nova emissão de cotas, prevendo captação de R$ 1,6 bilhão para que o
FII de logística possa adquirir galpões bem localizados para posterior venda ou aluguel por meio de contrato “atípico”, nas modalidades "construção sob medida" ou "venda para locação".
Com valor patrimonial atual de R$ 5,46 bilhões, o
FII BTLG11 reúne quase 470 mil cotistas, dando-lhes participação em cerca de 30 galpões logísticos pelo Brasil, sendo 25 deles só em São Paulo.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil no
FII BTLG11 há dez anos, hoje você teria R$ 3.874,20, já considerando o reinvestimento dos
dividendos mensais. A simulação também aponta que o
IFIX teria retornado R$ 2.391,20 nas mesmas condições.