A partir de agora, os cotistas são verdadeiramente donos de um conjunto de galpões logísticos, em que 94% da receita com aluguéis de inquilinos é proveniente de um raio de até 60 quilômetros da capital paulista.
Em outubro de 2024, quando o negócio foi anunciado ao mercado, o
FII BTLG11 desembolsou R$ 1,15 bilhão para assegurar o complexo de empreendimentos que soma uma área bruta locável (ABL) de 541 mil metros quadrados.
Tais galpões logísticos estão atualmente locados para inquilinos com operações relevantes, tais como
Unilever (UL), DHL,
Nestlé (NSRGY),
Shopee (SE), por meio de contratos de locação com penalidades altas em caso de rescisão antecipada. O portfólio tem um prazo médio de vencimento dos contratos de 6 anos.
Já o cap rate da transação é de 9,5%, sendo que, assumindo o pagamento parcelado concomitante ao recebimento total das receitas, o
FII BTLG11 receberá yield estimado de 14,6% ao ano ao longo dos 18 meses que antecederam o pagamento da atual parcela.
Vale destacar que os gestores do
FII BTLG11 estimam que os rendimentos gerados pelos 13 galpões logísticos são equivalentes a R$ 0,32 por cota.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil no
FII BTLG11 há dez anos, hoje você teria R$ 4.265,40, já considerando o reinvestimento dos
dividendos mensais. A simulação também aponta que o
Ifix teria retornado R$ 2.588,20 nas mesmas condições.