📈 O
BTG Pactual (BPAC11) elevou sua participação no
Méliuz (CASH3) de 6,70% para aproximadamente 10,51% do capital social da empresa. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira (13), uma semana após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026.
Segundo o fato relevante, o banco e suas subsidiárias passaram a deter cerca de 10,96 milhões de ações ordinárias do Méliuz, ante uma posição anterior de 6,987 milhões de papéis.
O BTG deixou claro que a aquisição tem como objetivo apenas a realização de operações financeiras, sem intenção de alterar a estrutura de controle ou a administração da companhia, e sem meta de atingir um percentual específico de participação.
Além da posição acionária, o banco informou possuir instrumentos derivativos com liquidação exclusivamente financeira referenciados em ações do Méliuz, conferindo ao BTG uma exposição vendida de aproximadamente 8,48 milhões de ações, equivalente a cerca de 8,14% do total de papéis emitidos pela companhia.
Méliuz teve prejuízo de R$ 22 mi no 2T26
O aumento da participação do BTG ocorreu após um resultado que chamou atenção pelo sinal negativo. O Méliuz reportou prejuízo líquido consolidado de R$ 22,4 milhões no segundo trimestre, revertendo o lucro de R$ 7,6 milhões registrado no mesmo período do ano anterior.
O vilão foi um impacto contábil negativo de R$ 32,1 milhões relacionado à carteira de
Bitcoin (BTC) da companhia.
📊 Excluindo esse efeito, o lucro líquido ajustado somou R$ 9,7 milhões, alta de 14% na comparação anual. Junto com o release de resultados, o Méliuz também anunciou a criação de um novo programa de recompra de até 8,1 milhões de ações, equivalente a 10% do free float da companhia.