Dessa maneira, os investidores elegíveis da estatal receberão cerca de R$ 0,03 por ação no dia 11 de setembro de 2026 (sexta-feira), caso respeitem a data-com estipulada no dia 1.º de setembro de 2026 (terça-feira).
Então, a partir do dia 2 de setembro de 2026 (quarta-feira), as ações do Banco do Brasil negociadas em bolsa de valores não darão mais acesso (data-ex) aos proventos ora mencionados.
Por se tratar de distribuição de JCP, o valor a ser recebido pelos investidores está sujeito à cobrança de imposto de renda retido direto na fonte, cuja alíquota vigente é de 17,5%.
Quem acompanha o noticiário do mercado financeiro já está ciente de que o Banco do Brasil enfrenta um período delicado de elevada taxa de inadimplência de seus devedores, especialmente em sua carteira de crédito voltada ao agronegócio, cujo montante é de R$ 421,6 bilhões.
Embora as ações da estatal acumulem desconto de -35% ante o seu topo de preço de R$ 27,54 cada nos últimos 12 meses para o fechamento atual de R$ 18,08 cada, os analistas do banco norte-americano Citi desmontaram a tese de que
BBSA3 é a "ação mais barata da Bolsa".
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Banco do Brasil (BBAS3) há dois anos, hoje você teria R$ 685,00, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.236,10 nas mesmas condições.