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Azzas (AZZA3) veio a público esclarecer os recentes rumores veiculados pela imprensa a respeito de uma suposta divisão societária. Em comunicado ao mercado, a companhia confirmou a contratação do Banco Itaú BBA, mas negou categoricamente que haja qualquer decisão tomada sobre uma cisão de seus ativos. Com a informação, as ações da empresa subiram 4,69%, a R$ 19,66, às 12h, horário de Brasília.
A manifestação da empresa foi motivada por um questionamento formal da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). O órgão regulador exigiu explicações sobre uma notícia publicada no jornal O Globo. A reportagem afirmava que a Azzas teria contratado o banco para assessorá-la em conversas sobre uma eventual cisão entre seus principais sócios.
Em resposta oficial assinada por Eric Alexandre Alencar, Diretor Financeiro, Corporativo e de Relações com Investidores, a Azzas 2154 explicou que a contratação do Itaú BBA visa à prestação de serviços de assessoria financeira. O objetivo é dar suporte na análise econômico-financeira e na avaliação de diversas oportunidades estratégicas usuais de mercado envolvendo a companhia, suas controladas ou seus ativos.
Contudo, a administração ressaltou que o escopo deste trabalho é estritamente "preliminar e exploratório". A Azzas 2154 garantiu ao mercado e à autarquia que, até o presente momento, não existe nenhuma definição sobre a implementação de qualquer operação, tampouco deliberação sobre termos, estrutura ou viabilidade financeira relacionados aos temas reportados pela mídia.