Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou o PL (Projeto de Lei) que prevê novas regras para o MEI (Microempreendedor Individual). A principal delas é um novo modelo de reajuste para o limite anual de faturamento.
Segundo o texto, as empresas cadastradas nesta categoria terão a faixa superior atrelada ao limite da inflação oficial de cada ano. Ou seja, a cada ano em que a inflação suba, o teto do faturamento para este grupo também será elevado.
Atualmente, o teto anual do MEI é de R$ 81 mil, o que representa um limite mensal de pouco mais de R$ 6,7 mil. O valor está defasado há mais de dez anos, já que faz tempo que não houve nenhum reajuste, embora a contribuição mensal seja corrigida anualmente conforme a tabela do salário mínimo.
O modelo é um pouco diferente para o chamado MEI Caminhoneiro, que tem teto anual de R$ 256 mil, além de outras regras mensais.
Lei mais: Qual será o novo valor da contribuição do MEI com o reajuste do salário-mínimo em 2026?
“A adoção de um mecanismo automático de correção evita a necessidade de revisão periódica de limites por meio de lei complementar, assegurando estabilidade e previsibilidade ao regime jurídico do MEI, reduzindo incertezas, em especial para quem planeja a expansão gradual”, disse o relator, deputado Daniel Agrobom (PSD).
A mudança é uma resposta a parte do mercado, que vem discutindo reformas na categoria há alguns anos. Para muitos especialistas, a falta de atualização dificulta o cenário de novos empreendimentos no país, já que a régua de corte é muito baixa.
Anteriormente, os parlamentares já haviam votado por subir o limite anual do MEI para R$ 150 mil por ano. O texto, no entanto, fez um caminho reverso, sendo avaliado primeiro no Senado e depois na Câmara.
Também na semana passada, os deputados aprovaram a parte do texto que previa o corte dos tributos após a inadimplência do empreendedor. Isto é, depois de seis meses sem pagar a contribuição obrigatória, será suspensa a geração automática do DAS-MEI, o que deve evitar o acúmulo de dívidas por quem está começando seu pequeno negócio.
“A medida cria uma pausa para que o contribuinte tome providências (quitação, parcelamento ou encerramento formal da atividade) antes que a dívida se torne impagável”, disse o autor do projeto, deputado Áureo Ribeiro (Solidariedade).
Agora, o PL segue para análise nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Depois, vai ao Senado Federal, que é a última etapa de tramitação antes de chegar à mesa da Presidência da República para a publicação. Caso aprovadas pelos senadores, as novas regras podem entrar em vigor ainda em 2026.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Embora ainda haja dúvidas se os juros podem permanecer em 14,75% ao ano, o Investidor10 apresenta as projeções para a renda fixa