El Niño pode prejudicar Axia (AXIA3) e Copel (CPLE6) e favorecer Auren, aponta Safra
Com 80% de chance de ocorrer, o El Niño pode frustrar chuvas no Nordeste e elevar precipitações no Sul, impactando as elétricas.
A fusão entre Auren (AURE3) e AES Brasil (AESB3) foi aprovada pela Superintendência Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), sem restrições, nesta sexta-feira (14).
💡 Em comunicado, as elétricas ressaltaram que a decisão do Cade transitará em julgado depois de 15 dias da sua publicação no Diário Oficial da União.
"Concluída esta etapa, a condição precedente relativa à aprovação do Cade será obtida de forma definitiva, remanescendo pendentes outras condições precedentes para a conclusão da Transação", afirmaram as companhias.
Além da aprovação do Cade, a fusão está sujeita à aprovação da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e dos acionistas, em assembleia.
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Auren e AES Brasil anunciaram uma combinação de negócios no dia 15 de maio. O acordo vai criar a terceira maior empresa geradora de energia elétrica do Brasil.
🤝 Pelo acordo, a Auren vai incorporar a AES Brasil. A companhia resultante da fusão terá uma potência instalada de 8,8 GW, por meio da geração hidrelétrica (54%), eólica (36%) e solar (10%). O Ebitda combinado seria de R$ 3,5 bilhões em 2023.
O negócio foi fechado depois de rumores de que a AES Brasil estaria de saída do Brasil. A Auren, por outro lado, tem expandido os negócios no país, tanto que recentemente também anunciou a compra da Esfera Energia.
Com 80% de chance de ocorrer, o El Niño pode frustrar chuvas no Nordeste e elevar precipitações no Sul, impactando as elétricas.
Companhia elétrica conclui a integração dos negócios da AES Brasil ao seu portfólio durante o período.