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Vale (VALE3) revisou nesta terça-feira (8) as projeções para a sua unidade de metais básicos, a Vale Base Metals.
📊 Pelos cálculos da companhia, a Vale Base Metals deve responder por aproximadamente 28% do seu Ebitda consolidado de 2026.
A estimativa considera os preços médios de
cobre, níquel e
ouro neste ano, além das projeções do mercado, e é ligeiramente superior ao projetado inicialmente. Afinal, as
commodities passam por um momento de forte valorização na Bolsa.
Em março, a Vale informou que a subsidiária de metais básicos entregou cerca de 10% do seu Ebitda consolidado em 2024 e deveria responder por 26% dessa cifra neste ano de 2026.
A companhia espera ainda que a participação da Vale Base Metals no seu Ebitda chegue a algo entre 30% e 35% a partir de 2035.
Ao revisar os números, a Vale lembrou que as estimativas são elaboradas com base em premissas e dados hipotéticos. Por isso, não representam uma promessa, garantia ou compromisso de desempenho.
"Os resultados efetivos poderão diferir materialmente em função de condições de mercado, fatores macroeconômicos, desempenho operacional e outros riscos", destacou.
Produção em alta
⚒️ A mineradora disse ainda que o restante do seu guidance permanece inalterado. Ou seja, o objetivo ainda é ampliar a produção de minerais essenciais para a transição energética, por meio da Vale Base Metals.
A meta é praticamente dobrar a produção de cobre até 2035, saindo das 382 mil toneladas observadas em 2025, para 500 mil toneladas em 2030 e 700 mil toneladas em 2035.
Já em relação a níquel, a expectativa é pular das 177 mil toneladas de 2025 para 250 mil toneladas em 2030.