B3 amplia presença no mercado preditivo; conheça os novos produtos da Bolsa
A B3 lançou dois novos contratos de eventos, ligados ao resultado do IPCA e do PIB do Brasil.
🚨 Nesta quinta-feira (29), o UBS atualizou sua avaliação sobre a B3 (B3SA3), rebaixando a recomendação de compra para neutro, mas elevando o preço-alvo de R$ 13,50 para R$ 16,00. Com a repercussão da notícia, as ações da B3 recuavam 1,47%, a R$ 14,09.
“Acreditamos que um cenário macroeconômico ligeiramente melhor, com estabilização da taxa de juros e efeitos de diversificação, está mais bem precificado neste momento”, escreveram Kaio Prato e equipe em relatório.
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A valorização de mais de 40% das ações no ano foi destacada pelo analista do UBS como o motivo maior para o rebaixamento, com a justificativa de que os efeitos positivos de uma taxa de juros estável e da diversificação já se encontram refletidos na avaliação.
🗣️ “Podemos nos tornar mais construtivos novamente, principalmente se o cenário macroeconômico e os volumes melhorarem mais do que o esperado e/ou a empresa apresentar crescimento maior em outros segmentos”, avaliaram.
Ainda assim, o UBS aumentou em média 6% suas projeções de lucro para a B3 entre 2025 e 2029, mantendo o preço-alvo mais alto devido à expectativa de volumes mais robustos. A análise ainda indica que a B3 está atualmente avaliada com um desconto de 42% frente às bolsas de outros mercados emergentes.
A B3 lançou dois novos contratos de eventos, ligados ao resultado do IPCA e do PIB do Brasil.
O provento será pago em 7 de julho de 2026 a quem tiver a ação em 24 de junho de 2026. Os papéis ficam ex-JCP nesta quinta-feira (25).