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Suzano (SUZB3) teve lucro líquido de R$ 2,1 bilhões no terceiro trimestre do ano (
3T26), avanço de +6% em relação ao mesmo período de 2025. Seus resultados aponta que a fabricante de papel e celulose já colhe frutos de sua joint venture com a companhia americana
Kimberly-Clark (KMB).
Só o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização) foi de R$ 5,7 bilhões no 3T26, alta de +9% na comparação anual, enquanto a receita líquida bateu R$ 16,5 bilhões no 3T26, crescimento de +36% na mesma base comparativa.
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Com a contabilização dos negócios da Arbex dentro da Suzano, a nova empresa compartilhada a partir de julho, alcançou-se uma geração de caixa operacional de R$ 3,8 bilhões no 3T26, salto de +12% ante igual período de 2026.
Dada a presença internacional dos produtos da Arbex, só a divisão de Bens de Consumo teve receita líquida de R$ 5 bilhões, dos quais R$ 4,2 bilhões vieram do mercado externo, além de Ebitda ajustado de R$ 803 milhões.
Todavia, o alto investimento empregado pela Suzano para ter parte na Arbex pesou no endividamento da companhia brasileira, que somava dívida líquida de R$ 70,28 bilhões ao final do 3t26, piora de 10% na comparação anual.
Em moeda estrangeira, a dívida da Suzano é de US$ 14,7 bilhões ao final do trimestre, sendo US$ 1,3 bilhão só pelo investimento na joint venture, além de passivos de US$ 900 milhões provenientes da própria Arbex.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Suzano (SUZB3) há dez anos, hoje você teria R$ 5.796,30, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 2.594,60 nas mesmas condições.