Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
A partir do ano que vem, o Brasil se junta ao grupo de países que mantêm alíquotas de IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Essa é uma consequência da reforma tributária, que simplificou a divisão de impostos no país.
A reforma transformou uma série de impostos que atualmente estão em vigor em apenas duas alíquotas. A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) entra no lugar dos federais PIS e Cofins, enquanto o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) assume a posição do ISS, de âmbito municipal, e do ICMS, de âmbito estadual.
Na semana passada, o Tribunal de Contas da União informou que a alíquota da CBS será de 11,3%. Portanto, somado aos dois tributos, o Brasil pode assumir a dianteira entre os países que mantêm esse tipo de legislação tributária, já que a conta chegaria a 31,3%.
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O dado está respaldado nos relatórios da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que elenca as maiores alíquotas do mundo. Atualmente, as maiores alíquotas são as da Finlândia, Dinamarca e Suécia, onde os consumidores pagam 25%.
"É uma surpresa que impacta os preços para todos os contribuintes", avalia Maristela Ferreira de Souza Miglioli, advogada tributarista do Ciari Moreira Advogados, em entrevista ao UOL. Se a alíquota de 11,3% for mantida, a carga total de 30% vai superar expressivamente a média dos países da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico], que é de 19% (para a tributação sobre o consumo).
A alíquota do chamado IVA Dual, de forma geral, começa a ser cobrada apenas em 2027, quando os dois tributos serão incorporados em um só. A mudança facilita não só o pagamento, como também a devolução do imposto em diversos casos, como nas compras feitas por turistas estrangeiros.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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