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Pague Menos (PGMN3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 73,6 milhões, alta de 22,2% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi acompanhado por crescimento das vendas, avanço da rentabilidade, expansão dos canais digitais e redução da alavancagem financeira.
O trimestre também marcou um recorde de rentabilidade para a companhia. A margem Ebitda atingiu 6,5%, avanço de 0,4 ponto percentual na comparação anual, enquanto o fluxo de caixa operacional somou R$ 188,8 milhões, mais de três vezes o registrado no segundo trimestre de 2025. Em 12 meses, o indicador alcançou R$ 573,4 milhões.
A receita bruta da varejista totalizou R$ 4,34 bilhões entre abril e junho, crescimento de 9,3% na comparação anual. Já a receita líquida avançou 8%, para R$ 3,99 bilhões.
As vendas nas mesmas lojas cresceram 8%, desempenho equivalente a cerca de três vezes a inflação do período. A empresa também ampliou sua participação no mercado nacional para 6,7%, alta de 13 pontos-base em relação ao segundo trimestre de 2025, com crescimento em todas as regiões do país.
Outro destaque ficou por conta da estratégia digital. As vendas por canais digitais atingiram R$ 1 bilhão no trimestre, avanço de 40,6% na comparação anual, impulsionadas pelo desempenho do aplicativo da companhia.
A base de clientes ativos também continuou em expansão. Ao fim do trimestre, a Pague Menos contabilizava 22,6 milhões de clientes ativos, crescimento de 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pelos clientes de cuidado contínuo.
No aspecto financeiro, a companhia registrou o 12º trimestre consecutivo de desalavancagem, encerrando o período com relação entre dívida líquida e Ebitda de 1,8 vez, uma redução de 0,8 vez na comparação anual. Considerando os últimos 12 meses, o lucro líquido da Pague Menos alcançou R$ 340,8 milhões.