Após semanas consecutivas de perdas desde abril, a
cotação do ouro voltou a subir forte nesta terça-feira (21) em meio ao contexto geopolítico conturbado no Oriente Médio e as apostas dos investidores globais sobre os próximos movimentos do Federal Reserve para com os juros americanos.
Dessa vez, os contratos futuros de ouro com vencimento em agosto se apreciaram +1,51% e fecharam cotados a US$ 4.076,40 por onça-troy (cerca de 31 gramas).
Enquanto especialistas avaliam se voltaremos a um rali mais encorpado ao metal precioso, que já ultrapassou com folga a barreira psicológica dos US$ 5 mil por onça troy em fevereiro, os investimentos mais expostos ao ouro aproveitaram o repique de curto prazo.
O
ETF mais famoso do mundo quando o assunto é investir em ouro, o
iShares Gold Trust (IAU), se valorizou +1,88% hoje, batendo cotação de US$ 76,77 cada.
Já o
VanEck Junior Gold Miners ETF (GDXJ), produto que investe de uma só vez nas mineradoras júnior de ouro com maior potencial de valorização ao redor do mundo, engatou alta de +5,44%, valendo US$ 96,63 por cota.
Mais acessíveis ainda aos investidores brasileiros, as ações da mineradora de ouro
Aura Minerals (AURA33) deslanchavam quase +9% aqui na bolsa de valores brasileira, flertando a região dos R$ 92 cada.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Aura Minerals (AURA33) há dois anos, hoje você teria R$ 5.715,80, já considerando o reinvestimento dos
dividendos em dólar. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.388,80 nas mesmas condições.