A
Moura Dubeux (MDNE3) reportou lucro líquido de R$ 155,5 milhões no primeiro trimestre do ano (
1T26), salto de +120,9% ante igual período de 2025. Trata-se do maior lucro já registrado na história da
construtora fundada no Recife.
Os resultados publicados nesta quarta-feira (6) ainda dão conta de que a margem líquida da empresa foi de 24,8% no trimestre, melhora de 8,8 pontos percentuais na comparação anual. Por sua vez, o
ROAE (Retorno Sobre o Patrimônio Líquido Médio) teve taxa de 27,2% no 1T26, bem superior ao rendimento de 20,6% há um ano.
Já o Ebitda ajustado (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) da Moura Dubeux totalizou R$ 168,4 milhões no 1T26, com margem de 26,8%, superando o saldo de R$ 89 milhões e margem de 20,3% registrados há um ano.
Com o ganho de eficiência, a receita líquida da
MDNE3 foi de R$ 627,8 milhões no 1T26, alta de +43% na comparação anual, graças ao modelo de condomínio que reduz a exposição financeira e distribui melhor os riscos.
O endividamento líquido da construtora caiu de R$ 324,2 milhões no final de 2025 para o saldo de R$ 83,5 milhões ao final do 1T26, representando apenas 4% do patrimônio líquido da empresa.
Durante o trimestre, a Moura Dubeux precificou sua oferta subsequente de ações (follow-on), com preço de R$ 25 por cada nova ação, que rendeu captação total de R$ 482,6 milhões.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Moura Dubeux (MDNE3) há cinco anos, hoje você teria R$ 4.385,90, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.565,10 nas mesmas condições.