Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Uma pesquisa eleitoral divulgada na manhã desta segunda-feira (15) mostra o crescimento nas intenções de voto do presidente Lula (PT). Ele ganhou dois pontos percentuais em relação ao último levantamento, somando 47% das intenções no segundo turno.
Mesmo assim, ele não pode ser considerado um líder estatístico, já que seu principal oponente aparece logo atrás, empatado na margem de erro. Flávio Bolsonaro (PL) soma 46% das intenções de voto na segunda volta, diz a pesquisa BTG Pactual/Nexus.
Já no primeiro turno, o petista mostra uma vantagem em relação aos seus oponentes. Os presidenciáveis aparecem da seguinte maneira:
Uma das surpresas das últimas semanas foi o movimento de Augusto Cury, que passou a aparecer em terceiro lugar nas disputas. No entanto, ele vem perdendo força nas últimas pesquisas, que, em alguns casos, mostram uma queda de até 4% em relação aos melhores levantamentos.
Em um eventual segundo turno entre Lula e Cury, o petista aparece com vantagem, ainda de acordo com o BTG/Nexus. O primeiro pontua 45%, enquanto o segundo registra 42%.
Para Cila Schulman, CEO do Instituto Ideia, a disparada do psicólogo se deu em um contexto no qual ele apareceu com uma opção viável para grupos específicos de eleitores. Diante disso, conseguiu obter votos dos principais candidatos da disputa, superando alguns dos concorrentes.
“Mulheres evangélicas foram um público muito importante, mulheres que estão ali, que são contra a corrupção, que são mais conservadoras e que tinham uma resistência ali ao Flávio, e que viram no Augusto Cury ali um caminho”, disse Schulman, em entrevista ao InfoMoney. “O Augusto Cury cresceu ali no momento que ele vai no único debate que ocorreu e aproveita aquele debate para fazer cortes, distribuir os seus cortes”, afirmou.
O levantamento também mapeou a opinião em relação ao governo nesta reta final de Lula 3. Estima-se que 47% dos brasileiros aprovam, enquanto 49% rejeitam as ações dos últimos quatro anos.
Quando separado por categoria, a soma ficou da seguinte forma:
A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.003 eleitores, entre os dias 11 e 13 de setembro. Os organizadores dizem que a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos, sendo que o intervalo de confiança é de 95%.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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