Lucro da TIM (TIMS3) cresce 6% no 2T26 e chega a R$ 1,03 bi

A empresa de telecomunicação atribuiu o resultado à alta na receita de serviços, impulsionada por telefonia móvel, fibra e B2B.

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Publicado em 27/07/2026 às 19:32h Publicado em 27/07/2026 às 19:32h por Matheus Silva
A receita líquida avançou 5,5%, para R$ 6,96 bilhões (Imagem: Shutterstock)
A receita líquida avançou 5,5%, para R$ 6,96 bilhões (Imagem: Shutterstock)
📈 A TIM (TIMS3) registrou lucro líquido normalizado de R$ 1,03 bilhão no segundo trimestre de 2026, alta de 6,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo números divulgados nesta segunda-feira (27).
A receita líquida avançou 5,5%, para R$ 6,965 bilhões, enquanto o Ebitda normalizado cresceu 7%, para R$ 3,586 bilhões.
Na avaliação da companhia, o desempenho foi sustentado pelo crescimento da receita de serviços, especialmente nos segmentos móvel, fibra e B2B. 
A receita de serviços subiu 5,7% no trimestre, alcançando R$ 6,785 bilhões, enquanto a receita de telefonia fixa avançou 27%, impulsionada pela TIM Ultrafibra e pela consolidação da V8.Tech.

Fibra cresce 12,5% nos últimos 12 meses

No segmento móvel, a receita de serviços cresceu 4,6%, com alta de 5% no ARPU (Receita Média por Usuário), que chegou a R$ 34,30. A base de clientes pós-pagos aumentou 6,8% em um ano, enquanto a base da TIM Ultrafibra expandiu 12,5%. 
No B2B, a receita de serviços, excluindo atacado, avançou 16,6% nos últimos 12 meses, atingindo R$ 1,7 bilhão.
As despesas operacionais normalizadas somaram R$ 3,38 bilhões no segundo trimestre, alta de 4% na comparação anual. A TIM atribuiu o avanço principalmente à consolidação dos ativos da V8.Tech e da I-Systems, parcialmente compensada pelo controle de custos. 
A companhia destacou que as despesas cresceram abaixo da inflação acumulada em 12 meses até junho.
O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 569 milhões, piora de 51,8% em relação ao segundo trimestre de 2025. 
A empresa atribuiu o desempenho principalmente à base de comparação desfavorável do ano passado, quando registrou efeitos positivos extraordinários, além do aumento das despesas com juros de arrendamentos e dos impactos da consolidação da I-Systems.

Fluxo de caixa operacional livre cresce 10,1%

O fluxo de caixa operacional somou R$ 1,868 bilhão, alta de 8,7%, enquanto o fluxo de caixa operacional livre cresceu 10,1%, para R$ 1,242 bilhão. Os investimentos totalizaram R$ 935 milhões, avanço de 6% na comparação anual.
Em seu release, a TIM afirmou que o segundo trimestre "reforça a execução consistente das prioridades estratégicas e contribui para um primeiro semestre sólido."
📊 A companhia destacou ainda o reposicionamento dos planos TIM Controle, o lançamento do TIM Ultracombo e a expansão das iniciativas em fibra, publicidade digital e soluções corporativas, além dos R$ 400 milhões em JCP anunciados em junho.