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O Ibovespa caiu pelo quarto pregão consecutivo e, com isso, perdeu os 130 mil pontos nesta terça-feira (22).
📉 O principal índice da B3 fechou em baixa de 0,31%, aos 129.951 pontos, o menor patamar desde 8 de agosto.
Já o dólar voltou a subir ante o real e terminou o dia negociado a R$ 5,69, com alta de 0,11%. Na máxima do dia, tocou nos R$ 5,71.
Nesta terça-feira (22), o FMI (Fundo Monetário Internacional) elevou a projeção de expansão para a economia brasileira neste ano, de 2,1% para 3% em 2024.
💲 O FMI, no entanto, acredita que o crescimento brasileiro deve moderar no próximo ano, devido à alta da Selic e a um possível esfriamento do mercado de trabalho. Por isso, reduziu a projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2025, de 2,4% para 2,2%.
Nos Estados Unidos, o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, acrescentou que é "muito difícil" imaginar juros mais baixos do que os atuais no Brasil se não houver um "choque positivo no lado fiscal".
Por isso, o risco fiscal e a expectativa de alta dos juros continuaram pesando sobre os negócios na bolsa brasileira nesta terça-feira (22), mesmo depois de a Receita Federal anunciar um novo recorde da arrecadação em setembro.
Nos Estados Unidos, o mercado também avalia o rumo dos juros. A dúvida é se o Fed (Federal Reserve) vai reduzir o ritmo ou até pausar os cortes da taxa diante da força da economia americana e das incertezas trazidas pelas eleições presidenciais. Por isso, as bolsas fecharam mistas. Veja:
O dia foi de perdas para a maior parte dos bancos listados na bolsa brasileira -a exceção foi do Itaú (ITUB4), que subiu 0,17%.
Já o Banco do Brasil (BBAS3) recuou 1,20%. E o Bradesco (BBDC4) caiu 0,65%, mesmo depois de desmentir rumores sobre a venda da instituição para JBS (JBSS3).
A Cosan (CSAN3) e a Raízen (RAIZ4) também tiveram um dia negativo, depois de surpreenderem o mercado com uma troca de CEOs. Os papeis recuaram 0,34% e 1,49%, respectivamente.
Já a Petrobras (PETR4) fechou em baixa de 0,39%, mesmo com os preços internacionais do petróleo reagindo.
Veja outras baixas do dia:
A Vale (VALE3), por outro lado, fechou com uma leve alta de 0,13%, na contramão das demais mineradoras e siderúrgicas da B3, que seguem pressionadas pela frustração do mercado com os estímulos econômicos anunciados pela China.
Já a Hypera (HYPE3) saltou 7,45%, ainda impulsionada pela possível fusão com a EMS.
E a Sequoia (SEQL3) disparou 40,56% depois que a Justiça de São Paulo aprovou o seu pedido de recuperação extrajudicial, que visa a renegociação de uma dívida de aproximadamente R$ 295 milhões.
Veja outras altas do dia:
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