IBOV dispara 1,5% com pujança de bancos e empresas cíclicas em trade eleitoral

O principal índice acionário brasileiro recobrou a região dos 208 mil pontos e se aproxima de topo histórico.

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Publicado em 20/10/2026 às 18:38h Publicado em 20/10/2026 às 18:38h por Lucas Simões
Queda dos juros futuros premia empresas cíclicas, como MGLU3 (Imagem: Shutterstock)
Queda dos juros futuros premia empresas cíclicas, como MGLU3 (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa nesta terça-feira (20) fechou aos 208.295,98 pontos, alta de +1,57%, com a aparente retomada do trade eleitoral, protagonizado pelo setor bancário e empresas cíclicas penalizadas por juros futuros elevados.
Como justamente as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) recuaram bastante, as ações da varejista Magazine Luiza (MGLU3) tiveram espaço para saltar +14,71% hoje, liderando os ganhos do Ibovespa. 
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O setor bancário também não ficou para trás e também foi grande responsável pelo bom desempenho da bolsa de valores hoje. No destaque individual, os papéis do BTG Pactual (BPAC11) dispararam +4,36%.
Por sua vez, o dólar comercial terminou o dia valendo R$ 5,01, recuo de -0,58%. Mais uma vez as apostas sobre o desfecho das Eleições 2026 fizeram preço na taxa de câmbio, diante dos resultados das últimas pesquisas sobre as intenções de voto para os presidenciáveis Flávio Bolsonaro e Lula. 

Wall Street

Embalado pela temporada de resultados das empresas americanas referente ao terceiro trimestre do ano (3T26), o índice acionário Dow Jones fechou em alta de +1%.
Só as ações da fabricante de produtos industriais 3M (MMM) subiram +5%, com números melhores que o esperado e aumento nas projeções financeiras sobre o ano de 2026. 

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