👀 Em resposta à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a
Braskem (BRKM5) negou conhecimento de qualquer possibilidade de tomada de controle por bancos credores da Novonor (ex-Odebrecht). Mesmo com a notícia, as ações da Braskem subiam 0,45% no início do pregão desta quarta-feira (8).
"A Braskem gostaria de reiterar que não é responsável e tampouco conduz eventuais negociações dos seus acionistas, Novonor S.A, sobre a potencial venda do controle acionário da Companhia, nem tampouco sobre eventuais negociações dos bancos credores da Novonor S.A", diz parte do comunicado.
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Segundo reportagem publicada pelo Estadão, caso as ações oferecidas como garantia de empréstimos fossem executadas, os bancos poderiam se tornar acionistas da Braskem e até assumir o controle da empresa, mesmo sem consenso com a Novonor.
📃 A companhia reforçou que não conduz negociações envolvendo seus acionistas, Novonor e
Petrobras (PETR4), sobre eventual venda de controle acionário, tampouco se envolve em tratativas entre os bancos credores da Novonor.
Em nota, a Novonor afirmou que recebeu com surpresa menções a uma possível assunção hostil do controle da Braskem em conjunto com a Petrobras e destacou que, até o momento, não houve evolução material nas discussões sobre sua participação indireta na empresa.
“Recebemos com surpresa qualquer menção a uma assunção hostil do controle da Braskem ao lado Petrobras. Informamos, ainda, que, até o presente momento, não houve qualquer evolução material nas discussões que vem mantendo com as partes interessadas envolvendo sua participação indireta na Braskem S.A", diz o comunicado.
Já a Petrobras disse que "não participa das negociações entre Novonor, bancos e IG4. A Petrobras reitera que não há decisão tomada em relação à sua participação na Braskem e segue estudando alternativas.”