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Azul (AZUL3) informou ao mercado que concluiu a homologação da quantidade final de bônus de subscrição da Série 4, aprovando a emissão de 6.904.589 títulos. Com a notícia, as ações da companhia subiram 0,17%, a R$ 23,23, às 10h33, horário de Brasília.
Os papéis, identificados pelo código AZUL19, começam a ser negociados na B3 a partir de 2 de julho de 2026 e poderão ser exercidos até 30 de junho de 2027, diz comunicado.
Segundo a companhia, a definição do volume emitido levou em consideração o resultado do exercício do direito de preferência, além das regras e limitações estabelecidas na aprovação original do Conselho de Administração.
Com a homologação, serão emitidos 6.904.589 Bônus de Subscrição – Série 4, que passarão a ser negociados sob o código AZUL19 na B3 a partir desta quarta-feira (2). De acordo com as condições, os investidores poderão exercer os bônus até 30 de junho de 2027.
Azul e o 1º trimestre de 2026
Lembrando que a Azul encerrou o 1º trimestre de 2026 com prejuízo líquido ajustado de R$ 44,4 milhões, resultado inferior às perdas registradas no mesmo período do ano anterior.
O desempenho foi impulsionado pela demanda mais forte por viagens, avanço das receitas auxiliares e melhorias operacionais em diferentes frentes do negócio.
Entre janeiro e março, a receita operacional da empresa alcançou R$ 5,5 bilhões, o que representa crescimento de 1,4% na comparação anual. Já o Ebitda somou R$ 1,7 bilhão no período, avanço de 22,6% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
Com isso, a margem Ebitda subiu 5,4 pontos percentuais, chegando a 31,1%.
A aérea também apresentou redução nas despesas relacionadas ao combustível. O preço médio por litro caiu 10,7%, para R$ 3,91, enquanto o consumo total recuou 4,5% nos três primeiros meses do ano.