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Duas das principais companhias aéreas dos Estados Unidos podem virar uma única empresa. Pelo menos é isso que propôs o CEO da United (U1AL34), que comenta uma possível aliança com a concorrente American Airlines (AALL34) para criar a maior empresa do setor em todo o mundo.
A ideia foi destacada por Scott Kirby durante uma reunião com o presidente Donald Trump no final de fevereiro, mas só veio à tona nesta semana. Juntas, as empresas são responsáveis por quase metade do tráfego aéreo nos Estados Unidos, além de uma frota que chega a todos os continentes.
Não está claro se o líder norte-americano foi favorável à proposta, mas esse seria um caminho bastante difícil para se consolidar. Isso porque os órgãos reguladores, além de sindicatos e aeroportos, fariam bastante pressão para que um eventual acordo não prosperasse.
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"Menos opções significam preços mais altos dos ingressos, mais taxas e menos opções para quem quiser ir do ponto A ao ponto B. Mesmo o regulador antitruste mais permissivo deveria impor limites a uma fusão tão abertamente anticompetitiva”, comentou Ganesh Sitaraman, diretor do Vanderbilt Policy Accelerator, consultoria britânica em regulação, em entrevista ao jornal The Guardian.
"O fato de estarmos tendo uma discussão séria sobre uma única companhia aérea dos EUA controlar quase 40% do mercado é além do absurdo. Nunca, jamais, em toda a história da indústria aérea deste país, tivemos esse nível de concentração no topo”, completou William McGee, pesquisador sênior de aviação e viagens no Projeto Americano de Liberdades Econômicas.
Em Nasdaq, onde as ações da United são negociadas, os investidores reagiram com bom ânimo. No fechamento do pregão, os papéis chegaram a avançar mais de 2% no dia, flertando com os US$ 100.
O movimento dos papéis da American foi ainda mais favorável na NYSE: alta de 8% e cotação acima de US$ 12 pela primeira vez em mais de um mês. As duas companhias somam US$ 27 bilhões em valor de mercado.
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