Consultando nesta terça-feira (27) a ferramenta do
Investidor10, que monitora as condições de
mercado da renda fixa bancária nas prateleiras das corretoras de valores, encontramos CDB Pré-Fixado emitido pelo
Banco Pine (PINE4), com remuneração de 15,15% ao ano e vencimento em 30 de julho de 2029.
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Logo após o resultado do 1º turno das Eleições 2026, quando o candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL/Rio de Janeiro) havia conquistado vantagem,
as taxas dos títulos bancários eram bem menores devido ao forte recuo dos juros futuros, dado o otimismo dos agentes de mercado. Naquela ocasião, um CDB Pré-Fixado emitido pelo Banco BDMG remunerava 11,74% ao ano até abril de 2030.
Ou seja, mesmo com um prazo de vencimento inferior, o
CDB Pré-Fixado emitido pelo Banco Pine, nas condições atuais, oferece rendimento bruto superior a 15% ao ano, refletindo o movimento inverso dos juros futuros, que agora estão bem mais altos diante da possibilidade mais remota de ajuste fiscal durante o governo Lula 4.
Até na comparação com as condições atuais do
Tesouro Direto, os títulos bancários superam ligeiramente os juros compostos oferecidos pelo governo brasileiro. Nesta data, o
Tesouro Prefixado 2029 pagava taxa de 14,79% ao ano.
Segundo simulação no
DEZ IA, o agente inteligente do
Investidor10, se você aplicasse R$ 50 mil no
CDB Pré-Fixado Banco Pine, pagando 15,15% ao ano, até a data do vencimento, o seu retorno líquido seria de R$ 70.203,90. Por sua vez, o
Tesouro Prefixado 2029 entregaria R$ 69.664,92, também já descontado o imposto de renda de 15%.
Taxa dos CDBs Prefixados no pós-Eleições 2026