Petrobras (PETR4): Fitch eleva perfil de crédito individual da estatal

O rating em escala nacional também foi reafirmado em ‘AAA(bra)’, igualmente com perspectiva estável.

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Publicado em 04/11/2026 às 16:26h Publicado em 04/11/2026 às 16:26h por Elanny Vlaxio
A revisão positiva considera a evolução da governança e da gestão da Petrobras (Imagem: Shutterstock)
A revisão positiva considera a evolução da governança e da gestão da Petrobras (Imagem: Shutterstock)
A Petrobras (PETR4) teve seu perfil de crédito individual elevado pela agência de classificação de risco Fitch, que passou a avaliação da companhia de ‘bbb’ para ‘bbb+’. A mudança reflete a melhora da qualidade de crédito própria da estatal e representa o primeiro upgrade dessa classificação desde 2020.
Segundo a Fitch, a revisão positiva considera a evolução da governança e da gestão da Petrobras, com destaque para a maior clareza na supervisão do Conselho de Administração e para a transparência da companhia.
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A agência também ressaltou os indicadores operacionais e financeiros da estatal, apoiados por reservas robustas, escala de produção, forte geração de caixa e baixa alavancagem. Esses fatores colocam a Petrobras em patamar comparável ao de empresas internacionais do setor de petróleo e gás que possuem grau de investimento.
Apesar da elevação do perfil individual, a Fitch manteve a classificação de crédito da Petrobras em escala global em ‘BB’, com perspectiva estável. O rating em escala nacional também foi reafirmado em ‘AAA(bra)’, igualmente com perspectiva estável, diz comunicado ao mercado. 
Vale citar que, também nesta quarta-feira (4), a Petrobras informou que manterá estável o preço médio de venda da molécula de gás natural às distribuidoras no trimestre iniciado em 1º de novembro.
A decisão considera a continuidade de um mecanismo temporário, em vigor desde agosto, que estabelece bandas de preço para o petróleo Brent no cálculo do gás comercializado. 
Sem essa proteção, o preço médio da molécula teria um aumento de aproximadamente 4,9% a partir de novembro. A estatal também explicou que os valores efetivamente cobrados de cada distribuidora dependem da adesão ao mecanismo e dos produtos contratados.