Petrobras (PETR4) confirma mais R$ 8 bilhões em dividendos; veja quem recebe
No total, empresa liberou R$ 42 bi relativos ao ano passado.
Os acionistas da Petrobras (PETR4) elegeram, na tarde desta quinta-feira (16), um novo conselho de administração para o próximo mandato. Sete dos antigos integrantes devem continuar no colegiado, enquanto outras quatro cadeiras foram renovadas.
Para o cargo de presidente, os acionistas elegeram Guilherme Santos Mello, atual secretário-executivo do Ministério da Fazenda. Ele foi um dos dois nomes indicados pela União para o colegiado, ao lado de Fábio Henrique Bittes Terra, chefe de gabinete da Fazenda.
Para representar os acionistas minoritários, foram eleitos Marcelo Gasparino e Rachel de Oliveira Maia, ambos experientes conselheiros da Vale. Magda Chambriard (presidente da companhia), José Fernando Coura, Marcelo Pogliese, Renato Galuppo, José Abdalla Filho e Francisco Petros foram reconduzidos aos cargos.
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A conselheira Rosângela Buzanelli Torres, que representa os funcionários, também deve continuar exercendo suas funções no novo mandato. A expectativa é que todos permaneçam até 2028.
Os acionistas também votaram por este novo formato do conselho, composto por 11 assentos. Neste caso, seis nomes são indicados pelo governo, que é acionista majoritário, outros 4 pelos minoritários e um fica a cargo dos empregados.
Segundo nota da companhia, 90% dos votantes registraram seus votos, que também aprovaram as contas da empresa para o exercício de 2025 e o orçamento de 2026. Eles também deram o aval para a distribuição de R$ 41,2 bilhões em dividendos já anunciados anteriormente.
O resultado foi divulgado depois do pregão, em um dia de bastante entusiasmo para as ações da estatal. A Petrobras terminou o dia com alta de 3,6%, aos R$ 48,60 nas ações ordinárias.
O movimento reflete o andamento das negociações da guerra no Irã, que ainda estão indefinidas. A companhia alcançou um valor de mercado de R$ 662 bilhões, o maior da bolsa de valores.
No total, empresa liberou R$ 42 bi relativos ao ano passado.
A reunião começa às 14h, horário de Brasília, no Centro do Rio de Janeiro.