Petrobras (PETR4) perde R$ 2,8 bilhões em créditos tributários; entenda motivo
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
O Ministério Público Federal apresentou um novo recurso contra a exploração de petróleo na Foz do Amazonas, nesta terça-feira (29). O órgão pede que os trabalhos de perfuração sejam paralisados de forma imediata.
O recurso apresentado questiona uma decisão da Justiça Federal do Amapá que rejeitou uma ação civil sobre o tema. Desta vez, os procuradores alegam que o juiz ignorou os riscos aos ecossistemas da região.
"O MPF apontou novos fatos que comprovam a insegurança da atividade na região. Em janeiro de 2026, a operação da sonda registrou o vazamento de mais de 18 mil litros de fluido químico no mar. O próprio Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões por negligência operacional diante das fortes correntes marítimas locais”, diz nova do órgão.
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Mesmo com a nova medida, as ações da Petrobras (PETR4) não reagiram a ela, pelo contrário. No pregão de hoje, os papéis são negociados com alta de quase 1%, acompanhando o preço do petróleo no mercado internacional.
Por volta das 12h, os papéis eram negociados a quase R$ 50, conforme dados da B3. Com isso, o valor de mercado da companhia ia a R$ 678 bilhões.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.