Conforme determinação do conselho administrativo da companhia, somente os acionistas que atenderem à
data-com estipulada no dia 4 de setembro de 2026 (sexta-feira) terão direito aos proventos.
Ou seja, a partir do dia 8 de setembro de 2026 (terça-feira), as ações da Motiva não darão mais acesso (
data-ex) ao JCP ora mencionado.
Por se tratar de JCP, o dinheiro a ser pago aos acionistas está sujeito à cobrança de imposto de renda retido direto na fonte. A estimativa é que o valor efetivo que pingará nas contas dos investidores seja de R$ 0,59 por ação.
A antiga CCR também aproveitou a ocasião para informar que concluiu nesta data a venda de suas 20 operações de aeroportos para o grupo mexicano Asur, com entrada no caixa de R$ 5,18 bilhões, após descontos de dívidas.
Em decorrência de ajustes monetários, o negócio movimentou R$ 12,2 bilhões, acima dos R$ 11,5 bilhões anunciados pela Motiva inicialmente. A alavancagem financeira da empresa deve cair de 3,7 vezes para 3,0 vezes, considerando que recursos ainda servirão para quitar antecipadamente as 17ª e 18ª emissões de
debêntures.