Minerva Foods (BEEF3) exportará ainda mais carne bovina ao Japão; veja como

O frigorífico brasileiro possui seis abatedouros situados na Argentina, elegíveis ao mercado japonês.

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Publicado em 30/09/2026 às 19:41h Publicado em 30/09/2026 às 19:41h por Lucas Simões
BEEF3 já vendia carne bovina ao Japão por meio de seus abatedouros no Uruguai (Imagem: Divulgação)
BEEF3 já vendia carne bovina ao Japão por meio de seus abatedouros no Uruguai (Imagem: Divulgação)
A Minerva Foods (BEEF3) encerrou setembro de 2026 com mais uma abertura de mercado de exportação bovina ao Japão, dessa vez graças à habilitação de seis abatedouros situados no norte da Argentina.
O frigorífico brasileiro acabou beneficiado de um acordo firmado entre o Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão e as autoridades argentinas sobre as condições sanitárias para a importação de carne bovina desossada e maturada e produtos derivados.
Tais plantas da Minerva Foods em terras argentinas já têm a capacidade de abater quase 6 mil cabeças de gado por dia e, com acesso ao exigente mercado consumidor japonês, há o potencial para ampliação dos destinos de exportação de suas operações.
O frigorífico brasileiro não esconde suas ambições de diversificação geográfica e acesso a novos mercados internacionais, como parte essencial do crescimento de suas operações no mercado de proteína animal.
Vale ressaltar que atualmente BEEF3 já acessa o mercado japonês por meio de suas unidades no Uruguai. Adicionalmente, o início das exportações, a partir da Argentina, está sujeito à realização de inspeções e à habilitação dos estabelecimentos pelas autoridades japonesas.
Com aproximadamente 123 milhões de habitantes, o Japão é o 3.º maior importador de carne bovina mundial e importou aproximadamente 695 mil toneladas em 2025, segundo dados do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). 
Conforme dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em Minerva Foods (BEEF3) há dez anos, hoje você teria R$ 553,40, já considerando o reinvestimento dos dividendos. A simulação também aponta que o Ibovespa teria retornado R$ 3.192,60 nas mesmas condições.