Itaúsa (ITSA4) sofre impacto de R$ 700 mi com revisão da Aegea e pede explicações
A Aegea corrigiu erros contábeis, o que reduziu o patrimônio da Itaúsa em R$ 700 milhões e adiou o IPO da saneadora para 2027.
💲 A Itaúsa (ITSA4), uma das principais holdings do Brasil, distribui nesta sexta-feira (30) um total de R$ 1,7 bilhão em proventos aos seus acionistas.
A decisão foi tomada em reunião do conselho de administração em junho, reforçando a posição da companhia como uma das mais generosas pagadoras de dividendos do mercado.
Com um dividend yield de quase 10% em 2024, a Itaúsa não só recompensou seus investidores, mas também atraiu a atenção de quem busca retornos consistentes no cenário de renda variável.
O montante de R$ 1,7 bilhão será creditado aos acionistas em formato de juros sobre o capital próprio (JCP), sujeito a uma alíquota de 15% de imposto de renda.
Os pagamentos são divididos em duas parcelas: a primeira, de R$ 977 milhões (R$ 0,0946 por ação), refere-se à posição acionária de 20 de junho; a segunda, de R$ 723 milhões (R$ 0,07 por ação), baseia-se na posição de 21 de março.
📈 A Itaúsa mantém participações estratégicas em empresas como Itaú Unibanco (ITUB4), Alpargatas (ALPA4), CCR (CCRO3), Dexco (DXCO3), Aegea, Copa Energia e NTS, demonstrando uma diversificação de portfólio que abrange setores essenciais da economia brasileira.
Recentemente, a companhia também aprovou a 7ª emissão de debêntures, no valor de R$ 1,3 bilhão, como parte de sua estratégia de gestão de capital e crescimento sustentável.
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A Aegea corrigiu erros contábeis, o que reduziu o patrimônio da Itaúsa em R$ 700 milhões e adiou o IPO da saneadora para 2027.
Vale, Petrobras e Itaú seguem liderando lista geral, mas Itaúsa ganha relevância.