Itaú (ITUB4) lucra R$ 12,4 bilhões no 2T26, acima das expectativas
Maior banco privado do país descola ROE (Retorno Sobre o Patrimônio Líquido) de 24,3% no trimestre.
O JP Morgan avaliou que as ações do setor financeiro da Bolsa brasileira estão atualmente subvalorizadas, com preços considerados "baratos". Apesar do pessimismo geral, o banco apontou o Itaú Unibanco (ITUB4) como sua principal preferência, devido à sua forte posição no mercado, à qualidade de seus ativos e à atratividade de seus dividendos.
🏦 Essa constatação foi feita após encontros com investidores institucionais em São Paulo e no Rio de Janeiro. Segundo o JPMorgan, os investidores demonstram preocupação com o cenário macroeconômico incerto, marcado por alta da inflação, juros e volatilidade no mercado.
Para o banco norte-americano, caso o Itaú não atenda às expectativas no crescimento dos empréstimos, pode ser percebido como um participante voltado para o pagamento de dividendos. Já caso supere as expectativas, demonstrará uma dinâmica de lucros mais favorável. Além disso, o JP Morgan avaliou que taxas mais elevadas podem representar uma vantagem no curto prazo.
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💸 O BTG Pactual (BPAC11) também foi um ponto positivo de destaque durante as conversas do banco com investidores locais. Já o Nubank (ROXO34) permanece como um tópico comum, embora não tão amplamente aceito entre os locais como na pesquisa anterior. Além disso, o banco observou um aumento de interesse pelo Inter (INBR32).
De acordo com análises do banco, o Nubank evoluiu de uma posição periférica para uma posição mais central entre alguns investidores nos últimos anos. Entretanto, o relatório indica que alguns investidores recentemente diminuíram sua exposição. Não obstante, diversos investidores permanecem otimistas em relação à tese e aos fundamentos de longo prazo.
💰 Do outro lado, no entanto, a XP (XPBR31) e B3 (B3SA3) ficaram de fora da lista do banco norte-americano por serem consideradas mais sensíveis as taxas de juros, em meio ao cenário de redução menos significativa das taxas pelo Banco Central.
Maior banco privado do país descola ROE (Retorno Sobre o Patrimônio Líquido) de 24,3% no trimestre.
Ações do maior banco privado do Brasil derretem -2,52% antes dos resultados do segundo trimestre do ano.