IBOV faz 1ª alta em julho de 2026 e casa com BBAS3 em R$ 20

Empresas brasileiras surfam com maior apetite a risco diante de payroll fraco nos EUA.

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Publicado em 02/07/2026 às 18:12h Publicado em 02/07/2026 às 18:12h por Lucas Simões
Com juros brandos nos EUA, sobra mais dinheiro para a bolsa de valores brasileira (Imagem: Shutterstock)
Com juros brandos nos EUA, sobra mais dinheiro para a bolsa de valores brasileira (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa nesta quinta-feira (2) fechou aos 172.787,62 pontos, avanço de +0,64%. Dessa vez, houve boa notícia a partir da leitura do payroll americano, que mostrou uma criação mais fraca de postos de trabalho e abriu espaço para mais dinheiro rumar aos mercados emergentes.
Entre os pesos-pesados na B3, o destaque positivo ficou a cargo do Banco do Brasil (BBAS3), cujas ações subiram +1,37% e valiam R$ 20 cada. A estatal ainda enfrenta desafios relacionados à sua carteira de crédito, principalmente com dívidas de produtores rurais.
Já a maior alta do dia ficou a cargo da CSN Mineração (CMIN3), na faixa de +2,66%, diante de um movimento mais técnico do ativo e recuperação de preços dos contratos futuros de minério de ferro na China. 
Por sua vez, o dólar comercial terminou o dia valendo R$ 5,20, recuo de -0,04%. As apostas de aumento dos juros americanos na decisão do Federal Reserve em setembro caíram após o payroll mais fraco em junho, favorecendo a moeda brasileira. 

Wall Street

Enquanto as gigantes de tecnologia dos Estados Unidos seguiam em queda, os investidores globais seguiam direcionando recursos à velha economia em Wall Street.
Prova disso é o topo histórico alcançado pelo índice acionário Dow Jones, composto por 30 empresas americanas de diferentes setores que são líderes de mercado. Ou seja, estamos diante de uma clássica rotação de carteira neste início de julho de 2026. 

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