Durante o primeiro trimestre do ano (1T26), houve absorção líquida de 473,9 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) só de galpões logísticos de alto padrão em São Paulo e na divisa com Minas Gerais, o maior patamar para um primeiro trimestre desde o início da série histórica em 2014, segundo dados da consultoria Buildings.
Ao mesmo tempo, a vacância consolidada recuou para 6,7% (redução de 0,9% ante o último trimestre de 2025), mesmo diante da entrega de 351 mil metros quadrados em galpões de novo estoque, reforçando a forte demanda dos
FIIs de logística por novas áreas.
O
FII PATL11 possui quatro empreendimentos em sua carteira: um ativo em Minas Gerais, outro no Rio de Janeiro, mas dois galpões justamente na beirada da Grande São Paulo, no município de Jundiaí, apenas 57 quilômetros distante da capital paulista e acessível a Campinas.
Segundo analistas do BTG Pactual, são justamente os galpões logísticos com raio de distância de até 30 quilômetros e 60 quilômetros de distância da capital paulista que apresentam melhor absorção líquida de ABL, bem como queda relevante na vacância.
"Essas regiões continuam sendo o principal vetor de crescimento, com demanda consistente por operadores logísticos e varejistas, além de maior capacidade de pré-locação", comentam os analistas Daniel Marinelli e Matheus Oliveira, em relatório. Nos próximos trimestres, espera-se demanda aquecida para cotas de
FIIs de logística.