Trump escapa de tiroteio durante jantar de correspondentes; atirador é preso

Segundo informações da CNN, o atentado foi praticado por um professor e desenvolvedor de games.

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Publicado em 26/04/2026 às 10:22h Publicado em 26/04/2026 às 10:22h por Lucas Simões
Autoridades classificam atentado contra Trump como ação de "lobo solitário" (Imagem: Divulgação/The White House)
Autoridades classificam atentado contra Trump como ação de "lobo solitário" (Imagem: Divulgação/The White House)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saiu ileso na noite deste sábado (26) de mais um tiroteio, além de sua esposa, Melania Trump, já que ambos participaram do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento na capital federal que foi alvo de um atirador.
Trump e a primeira-dama foram protegidos pelo Serviço Secreto dos EUA, que retirou as autoridades às pressas do local. Conforme apuração da CNN, o atirador estava munido de uma espingarda e tentou romper o esquema de segurança no local.
O suspeito foi identificado como Tomas Allen, de 31 anos, morador de Los Angeles, na Califórnia, onde atua como professor e desenvolvedor de videogames. Allen encontra-se preso, acusado pelos crimes de porte ilegal de armas e agressão a um agente federal de segurança.
Na sequência, constatou-se que o atirador levava consigo bem mais que uma espingarda, ao estar munido também com uma pistola e diversas facas.
“Esse indivíduo tinha o objetivo de causar o máximo de dano possível”, disse a procuradora federal Jeanine Pirro horas após o incidente. Até o momento, as autoridades americanas cogitam a hipótese de que o atirador agiu sozinho. 
Segundo declarações de um agente do FBI, o Serviço Secreto dos EUA, Allen chegou a atirar contra um agente de segurança. Após duas horas do atentado, Trump disse a repórteres na Casa Branca que o agente de segurança foi salvo pelo colete à prova de balas e está “bem”.
Nas redes sociais, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prestou solidariedade tanto a Trump quanto à primeira-dama Melania pelo episódio sofrido em Washington.