A consultoria Buildings revela que a taxa de vacância de escritórios em áreas premium da capital paulista diminuiu para 13,4% no primeiro trimestre do ano (1T26), abaixo da taxa de 14,5% no final de 2025, mesmo diante de um incremento de estoque em lajes corporativas na ordem de 26 mil metros quadrados no período.
Já a absorção líquida atingiu 79,5 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) no 1T26, mantendo patamar elevado e reforçando a capacidade dos
FIIs de escritórios de absorver novas áreas, ainda que com entregas pontuais em algumas regiões da cidade.
Os analistas do BTG Pactual destacam a pujança dos eixos corporativos da Faria Lima, Pinheiros e Chucri Zaidan. Só o coração do mercado financeiro viu os preços pedidos em aluguéis de escritórios superarem o patamar de R$ 300 por metro quadrado, dada a oferta restrita e a demanda aquecida por ativos de maior qualidade.
"Apesar do cenário construtivo no agregado, a região da Vila Olímpia deve apresentar aumento de vacância nos próximos trimestres, refletindo devoluções relevantes já mapeadas e baixa expectativa de absorção no curto prazo. O movimento contrasta com outras regiões, onde a disponibilidade de grandes áreas segue mais restrita", comentam os analistas Daniel Marinelli e Matheus Oliveira, em relatório.
Por sua vez, o
FII AIEC11 é composto por participações no Standard Building, edifício comercial no centro do Rio de Janeiro e totalmente alugado à
Rede D'Or (RDOR3), além da propriedade da Torre D do Complexo Rochaverá Diamond Tower, no eixo da Chucri Zaidan, na capital paulista, cujos últimos três andares vagos já têm inquilinos potenciais em tratativas.