Os seis blocos adquiridos pela companhia estão no Setor SPN-N, enquanto a Petrom levou outra área no Setor SPN-SE. Dentro do seu quadrante, a Eneva ficou com 100% de participação nos blocos PN-T-101, PN-T-102, PN-T-49, PN-T-84, PN-T-85 e PN-T-86.
A empresa desembolsou R$ 1,5 milhão pelo bônus de assinatura, ao mesmo tempo em que a Eneva já se comprometeu a investimentos mínimos previstos na fase de exploração nessas áreas de R$ 64,18 milhões.
Por sua vez, os seis blocos representam uma área total de 13.982,61 quilômetros quadrados e contam com um Programa Exploratório Mínimo (PEM) de 5.630 unidades de trabalho (UT). O bônus de assinatura apresenta média de R$ 250 mil por área.
Os critérios de escolha dos vencedores para blocos exploratórios de petróleo são o bônus de assinatura ofertado (valor em dinheiro), a partir de um mínimo definido no edital, e as atividades que as empresas se comprometem a realizar na primeira fase dos contratos (fase de exploração), reunidas no chamado Programa Exploratório Mínimo (PEM).
A Bacia da Foz do Amazonas, considerada uma possível nova fronteira exploratória, não teve áreas ofertadas neste certame. Segundo as informações divulgadas, blocos da região dependem de uma renovação de pré-autorização conjunta dos ministérios de Minas e Energia e do Meio Ambiente para serem levados a leilão.
Conforme dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Eneva (ENEV3) há dez anos, hoje você teria R$ 8.797,70, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 3.358,40 nas mesmas condições.