O
Grupo Eneva (ENEV3) acertou nesta quinta-feira (25) o investimento de R$ 1,77 bilhão do
Itaú (ITUB4), que abriu os bolsos na subscrição de ações preferenciais da Eneva Participações III S.A. (Eneva III). Vale destacar que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) já aprovou o acordo.
A Eneva III é, por sua vez, uma subsidiária do Grupo Eneva, o maior operador privado de gás natural e energia elétrica integrada do país. Tal estrutura societária tem o foco de gerenciar ativos estratégicos de geração energética do conglomerado.
Acompanhe todas as notícias pelo celular!
Baixe o app
Logo, o Itaú ampliou sua participação no capital social da Eneva III e permanece detentor da totalidade das ações preferenciais da subsidiária. Já o Grupo Eneva segue como única titular das ações ordinárias da Eneva III, modalidade que dá direito a ditar os rumos do negócio.
Para além do aporte de quase R$ 2 bilhões, ambas as partes envolvidas no negócio também assinaram um aditamento ao acordo de acionistas da Eneva III para refletir o investimento adicional realizado pelo banco.
Dessa maneira, o Itaú concedeu à Eneva uma opção de compra sobre a totalidade das ações preferenciais da Eneva III atualmente detidas pela instituição financeira. A data do mecanismo compreende o período entre 1º de janeiro de 2031 e 31 de dezembro de 2032.
Com valor de mercado atual de R$ 60,8 bilhões, o Grupo Eneva integra a produção de gás natural à geração térmica de energia, respondendo por 11% da capacidade térmica a gás do Brasil. Sua infraestrutura concentra-se nas regiões Norte e Nordeste.
Conforme dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Grupo Eneva (ENEV3) há dez anos, hoje você teria R$ 8.792,10, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 3.259,00 nas mesmas condições.