Dólar abaixo de R$ 5 e IBOV beirando 200 mil; veja as maiores altas e baixas

Petróleo voltou a romper os US$ 100 por barril e quem tirou proveito foi a PETR4, batendo os R$ 50.

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Publicado em 13/04/2026 às 17:53h Publicado em 13/04/2026 às 17:53h por Lucas Simões
Petroleiras foram fundamentais para o IBOV renovar recorde (Imagem: Shutterstock)
Petroleiras foram fundamentais para o IBOV renovar recorde (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa nesta segunda-feira (13) fechou aos 198.000,71 pontos, alta de +0,34%, o seu maior patamar de fim de pregão. Mas, por volta das 16h30 (horário de Brasília), o índice brasileiro chegou a tocar os 198.173,39 pontos, tirando proveito do novo rompante do petróleo.
Como a geopolítica no Oriente Médio segue instável, o barril da commodity voltou a ficar acima dos US$ 100 por barril, beneficiando diretamente as petroleiras brasileiras. Só a Petrobras (PETR4) viu suas ações avançarem +1,53% e flertarem os R$ 50 cada.
Mesmo a Braskem (BRKM5), que beira uma recuperação judicial, teve valorização de +7,53% hoje, por também se apreciar com alta do petróleo. Ainda que sob o risco de aumento de custos de produção, a mineradora Vale (VALE3) despontou +2,07%.
Por sua vez, o dólar comercial terminou o dia valendo R$ 4,99, queda de -0,29%, uma vez que a moeda americana também está se enfraquecendo perante as moedas de países desenvolvidos, como demonstra o famoso índice DXY. 

Wall Street

O otimismo para com as negociações entre Donald Trump e o Irã para um acordo definitivo também surtiu efeito positivo em Wall Street, tanto que o famoso índice acionário S&P 500, que reúne as 500 maiores empresas dos Estados Unidos, teve o seu maior valor de fechamento desde o início dos conflitos recentes no Oriente Médio. 
Tamanha recuperação foi puxada pelo apetite dos investidores globais por empresas de tecnologia, com destaque para a desenvolvedora de software Oracle (ORCL) e a fornecedora de cibersegurança Palantir (PLTR), cujas ações disparavam +13% e +3%, respectivamente. 

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