Bancos puxam recuperação do IBOV pós-Flávio, mas BBAS3 fica travado.
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
O Banco do Brasil (BBAS3) segue firme em sua oferta para fechar o capital da Cielo (CIEL3), mas não descarta a possibilidade de buscar outro parceiro caso os acionistas minoritários insistam em negociar a operação por um preço superior ao proposto, revelou a CEO do banco, Tarciana Medeiros, em entrevista ao jornal "Bloomberg" na última terça-feira (19).
💲 O banco afirmou confiar no relatório elaborado pelo Bank of America (BofA) para avaliação das ações da Cielo, que investidores minoritários contestam. Acrescentou ainda que não está disposto a negociar outra proposta antes da próxima assembleia especial de acionistas para discutir o assunto, agendada para o dia 2 de abril.
O Banco do Brasil e o Bradesco (BBDC4), que controlam em conjunto a Cielo, estão oferecendo R$ 5,35 por ação. No entanto, os acionistas minoritários questionaram o relatório do BofA e argumentaram que o valor justo seria em torno de R$ 8 por ação.
📊 Mesmo com a pressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre os bancos públicos para ajudarem a impulsionar o crédito e o crescimento econômico, Tarciana disse que considera injusto que os investidores avaliem o Banco do Brasil a um preço mais baixo do que os bancos privados.
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Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.