Anvisa suspende produção em fábrica da Unilever (ULEV34) por irregularidades sanitárias

A fiscalização foi realizada entre os dias 24 e 28 de agosto pela Anvisa.

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Publicado em 02/09/2026 às 11:43h Publicado em 02/09/2026 às 11:43h por Elanny Vlaxio
No mercado, a notícia repercutia sobre os papéis da companhia (Imagem: Shutterstock)
No mercado, a notícia repercutia sobre os papéis da companhia (Imagem: Shutterstock)
A Anvisa suspendeu preventivamente a fabricação de produtos de limpeza na unidade da Unilever (ULEV34) localizada em Vinhedo (SP), após uma inspeção identificar falhas no cumprimento das Boas Práticas de Fabricação. A medida foi publicada nesta quarta-feira (2) e atinge os produtos saneantes produzidos na fábrica.
A fiscalização foi realizada entre os dias 24 e 28 de agosto pela Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e a Vigilância Sanitária de Vinhedo.
Entre os problemas encontrados estão falhas nos controles realizados durante a fabricação e antes da liberação dos produtos, além de deficiências no monitoramento da água utilizada no processo produtivo.
Apesar da suspensão da produção, a agência informou que não determinou o recolhimento, a suspensão das vendas ou do uso dos produtos já fabricados. A análise realizada até o momento não encontrou contaminação microbiológica ou outros problemas nos lotes produzidos na unidade.
"Todos os produtos de cuidados com a casa fabricados na unidade, de todos os lotes, seguem liberados para comercialização e uso pelos consumidores", informa Unilever. 
A Unilever afirmou que a fábrica produz itens das linhas de sabão líquido para roupas e amaciante líquido. A companhia também informou que está colaborando com a Anvisa e adotando as medidas corretivas solicitadas, reforçando seu compromisso com os padrões de qualidade e a segurança dos consumidores.
No mercado, a notícia repercutia sobre os papéis da companhia. A ação da Unilever negociada lá fora como como ULVR recuava 1,37% nesta quarta-feira (2), às 11h29, no horário de Brasília. A empresa não é a única com irregularidades. A Ypê e a água mineral Crystal também receberam notificações da agência em 2026.