Americanas (AMER3) consegue autorização para vender imóveis no Rio por R$ 130 milhões
A proposta de maior valor envolve um imóvel no bairro de Laranjeiras.
📊 O Comitê independente da Americanas (AMER3), criado para investigar o rombo bilionário identificado há mais de um ano e meio, divulgou recentemente as conclusões de sua investigação.
Segundo um fato relevante divulgado pela empresa, o Comitê confirmou a existência de uma complexa fraude contábil.
A investigação revelou que a fraude envolvia lançamentos indevidos na conta de Fornecedores, utilizando contratos fictícios de VPC (verbas de propaganda cooperada) e operações financeiras conhecidas como “risco sacado”, entre outras práticas fraudulentas.
Esses lançamentos distorceram significativamente o balanço da varejista.
O documento divulgado pelo Comitê afirma que "os responsáveis por comandar ou orquestrar as fraudes identificadas não mais integram os quadros da companhia".
📈 Diante das evidências apresentadas, o Conselho de Administração da Americanas orientou a Diretoria a tomar medidas imediatas, comunicando as descobertas às autoridades competentes, incluindo o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e a Comissão de Valores Mobiliários.
Além disso, o Conselho solicitou à Diretoria que avalie as ações necessárias para defender os interesses da empresa e buscar o ressarcimento pelos prejuízos sofridos.
Essa revelação marca um importante passo na transparência e na tentativa de recuperação da credibilidade da Americanas no mercado financeiro, destacando a importância de mecanismos robustos de governança corporativa para prevenir futuros escândalos.
A proposta de maior valor envolve um imóvel no bairro de Laranjeiras.
A varejista recebeu R$ 1,875 milhão pela venda de mais uma loja da Hortifruti Natural da Terra e chegou à 5ª de 10 unidades do contrato.