Afinal de contas, já é o que apontam cerca de 86% dos Contratos de Opções de Copom, derivativos negociados na bolsa de valores brasileira, com vencimento nesta decisão do Banco Central. Há um mês, apenas 40% das apostas do mercado colocavam dinheiro no cenário de Selic a 14,50% ao ano.
No momento, apenas 2,50% dos Contratos de Opções de Copom arriscam dinheiro de que os juros básicos no Brasil irão para 14,25% ao ano ainda em abril. Ou seja, o Banco Central repetirá o mesmo corte de apenas 25 pontos-base iniciado em março de 2026.
Consequentemente, os investimentos em renda fixa atrelados à
Selic Over ou ao
CDI passarão a render cerca de 14,40% ao ano, caso a
Selic Meta se confirme em 14,50% ao ano.
Para quem está construindo sua
reserva de emergência ou não tolera oscilações negativas em seu patrimônio, o cenário em 2026 segue ainda atrativo para esse tipo de renda fixa, que não costuma sofrer com marcações a mercado negativas e mantém-se acima da média histórica de Selic a 13,85% ao ano.
Logo, o
Investidor10 apurou como devem ficar na prática os rendimentos das principais
aplicações de renda fixa atreladas à Selic ou ao CDI, considerando uma aplicação inicial de R$ 10 mil. Praticamente, o cobiçado
1% ao mês saiu do radar se o objetivo é continuar em títulos que ofereçam liquidez diária ou maior segurança.