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Santander (SANB11) encerrou o 2º trimestre com lucro líquido atribuível à holding de 551 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 3,3 bilhões considerando o câmbio médio do período. O resultado foi divulgado na quarta-feira (22) pela matriz espanhola do grupo e representa uma queda de 3% em relação ao primeiro trimestre.
A operação brasileira continua entre as mais relevantes. O lucro obtido no trimestre manteve o Brasil como a segunda maior unidade do Santander no mundo, atrás apenas da Espanha. No acumulado do primeiro semestre de 2026, a subsidiária brasileira somou 1,093 bilhão de euros em lucro atribuível à holding, enquanto a operação espanhola registrou 2,534 bilhões de euros.
No consolidado, o grupo reportou lucro de 7,328 bilhões de euros no período.Na sequência do ranking das maiores operações do Santander aparecem os Estados Unidos, com lucro de 989 milhões de euros, e o México, que registrou ganho de 897 milhões de euros.
Os resultados consolidados do Santander Brasil serão divulgados apenas no próximo dia 29, antes da abertura do mercado na B3. Os números apresentados pela subsidiária, no entanto, não podem ser comparados diretamente aos informados pela matriz, devido às diferenças nos critérios contábeis adotados.
A informação chega dias após o Santander concluir a emissão de R$ 1,386 bilhão em letras financeiras subordinadas. Os títulos, negociados com investidores privados ao longo dos últimos dois meses, serão utilizados para compor o Capital Nível II do Patrimônio de Referência, diz a empresa.
De acordo com o comunicado divulgado pelo banco, a emissão totalizou R$ 1.386.600.000 em letras financeiras com cláusula de subordinação. Os papéis possuem prazo de vencimento de dez anos e contam com opção de recompra a partir de 2031, conforme previsto na regulamentação vigente.
Além disso, no fim de junho, o Santander comunicou a incorporação de sua subsidiária Esfera Fidelidade S.A., empresa responsável pelo programa de fidelidade e recompensas do grupo.
Segundo a instituição, a Esfera é uma subsidiária integral e a operação não altera a composição acionária nem provoca diluição para os acionistas.