Mercado Pago: Taxas do cartão vão mudar após aumento do IOF, confira

O banco digital do Mercado Livre (MELI34) vai zerar o spread cambial de compras internacionais para reduzir os custos dos clientes.

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Publicado em 27/05/2025 às 11:19h - Atualizado em 11/09/2025 às 16:03h Publicado em 27/05/2025 às 11:19h Atualizado em 11/09/2025 às 16:03h por Marina Barbosa
Mercado Pago anunciou mudança na 2ª feira (Imagem: Shutterstock)
Mercado Pago anunciou mudança na 2ª feira (Imagem: Shutterstock)

O Mercado Pago decidiu zerar o spread cambial das compras internacionais realizadas no seu cartão de crédito.

💳 A medida é uma resposta ao aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) anunciado na semana passada pelo governo, que promete encarecer compras pagas com cartões internacionais.

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Com isso, o banco digital do Mercado Livre (MELI34) busca proporcionar economia aos seus clientes e, assim, evitar uma redução das transações realizadas com seu cartão.

O que muda?

O spread cambial é a diferença cobrada entre a cotação oficial e o valor efetivamente cobrado pelas instituições financeiras na conversão de moedas estrangeiras, como o dólar.

💵 Ao zerar o spread cambial, portanto, o Mercado Pago vai abrir mão dessa taxa. Logo, seus clientes pagarão apenas a cotação oficial da moeda e o IOF ao fazer comprar com o cartão da instituição.

A cotação será definida diariamente pela instituição. Já o IOF subiu de 3,38% para 3,50% nesta situação, segundo a decisão do governo federal.

Aumento do IOF

O governo elevou a alíquota de IOF cobrada em contas pagas com cartões internacionais, mas também em remessas ao exterior, na compra de moeda estrangeira em espécie, na previdência privada e no crédito das empresas.

💲 Inicialmente, as aplicações em fundos de investimento no exterior também estariam sujeitas a uma tributação mais elevada. O governo, contudo, recuou desse ponto para evitar especulações sobre um possível controle dos recursos enviados ao exterior.

Agora, entidades do setor privado pressionam o Congresso Nacional a derrubar os outros aumentos do IOF, alegando que a medida cria entraves para o crescimento da economia brasileira.