Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
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Na tarde desta quinta-feira (7), o presidente Lula (PT) se reuniu com Donald Trump na Casa Branca, nos Estados Unidos. A agenda bilateral não previa assinatura de acordos, mas a discussão de temas que são caros aos dois lados.
Após quase três horas do encontro inicial, sem dar muitos detalhes do encontro, Trump disse que foi dinâmico e com discussão de vários pontos. “Nossos representantes estão programados para se reunir e discutir certos elementos-chaves. Reuniões adicionais serão agendadas nos próximos meses”, escreveu o presidente estadunidense.
Até a publicação desta reportagem, o Itamaraty nem o chefe do Planalto haviam divulgado informações sobre o evento. O texto será atualizado posteriormente.
Um dos assuntos que potencialmente seriam abordados era o enquadramento de organizações criminosas como terroristas. A equipe de Lula defende um tratamento diferente para grupos como o PCC e Comando Vermelho, temendo possíveis intervenções ou ainda sanções financeiras ao país.
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Os presidentes poderiam falar, ainda, sobre a exploração de minerais críticos, que é uma das demandas mais importantes para os Estados Unidos neste momento. Questões comerciais e de concorrência, como o caso do Pix, também podem ter permeado o encontro que iniciou a portas fechadas.
Lula chegou à Casa Branca por volta das 12h15 pelo horário de Brasília para almoçar com seu par norte-americano. Ele foi recebido por Trump em um tapete vermelho, como de costume no encontro com líderes internacionais.
O cardápio do almoço foi composto de filé bovino grelhado, acompanhado de purê de feijão preto mini pimentões doces e uma conserva de rabanete com abacaxi. De sobremesa, foi pessego caramelizado e torta de panna cotta de mel, segundo a Casa Branca.
Uma comitiva de cinco assessores foi levada de Brasília à Washington: os ministros Mauro Vieira (Itamaraty), Dario Durigan (Fazenda), Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Wellington César (Justiça e Segurança), Alexandre Silveira (Minas e Energia), além do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Trump também selecionou cinco assessores para participar das conversas, como o vice-presidente JD Vance, a chefe de gabinete Susie Wiles e outras autoridades da área econômica, como o secretário do Tesouro Scott Bessent.
Não há expectativa de que o encontro seja marcado por tensões, já que os políticos conversaram ao menos quatro vezes anteriormente. O primeiro aceno público das autoridades foi realizado em uma sessão da ONU (Organização das Nações Unidas), quando deram o primeiro passo para uma reunião conjunta.
Depois disso, em evento na Malásia, Lula e Trump discutiram as relações comerciais de Brasil e EUA, no contexto de uma taxação agressiva às importações brasileiras. Em outra oportunidade, Lula e Trump também conversaram por telefone.
Diversos veículos da imprensa internacional repercutiram o encontro dos dois líderes mundiais. Muitos afirmaram que essa é uma aposta de Lula para calibrar sua disputa pela reeleição neste ano, enquanto Trump tenta controlar sua queda de popularidade pelas consequências da guerra no Irã.
“O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva busca dissipar as nuvens de tempestade com os Estados Unidos visitando o presidente Donald Trump, com quem mantém uma relação de altos e baixos”, disse o France 24.
A CNN da Espanha disse que a viagem é importante para Lula tentar chegar a um acordo com Trump para evitar que ele seja aliado de sua oposição. “Os temas da reunião de Lula com Trump podem incluir pontos mais específicos, como minerais de terras raras e a abordagem às investigações comerciais dos EUA”, apontou.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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